dissabte, 29 de novembre del 2014

Garota de Ipanema - Tom Jobim

Garota De Ipanema

Tom Jobim

Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Num doce balanço
A caminho do mar
Moça do corpo dourado
Do sol de Ipanema
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi passar
Ah, por que estou tão sozinho?
Ah, por que tudo é tão triste?
Ah, a beleza que existe
A beleza que não é só minha
Que também passa sozinha
Ah, se ela soubesse
Que quando ela passa
O mundo inteirinho se enche de graça
E fica mais lindo
Por causa do amor...

divendres, 28 de novembre del 2014

A CASA

Vocabulário -  A casa
O SALON
LA SALA
APARELHAGEM, A
l'equip
CADEIRĀ, O
el silló
CASTIÇAL, O
El canelobre
CINZEIRO, O
El cendrer
ECRĀ, O
La pantalla
ESTANTE,  A
el prestatge
JARRA, A
el gerro
LAREIRA, A
La xemeneia
LIVROS, OS
Els llibres
MESA, A
la taula
MOLDURA, A
El marc
PAPEL PINTADO, O
el paper pintat
PHONES, OS
els auriculars
PLANTA, A
La planta
POTE, O
El gerro
QUADRO, O
El quadre
RELÓGIO DE PAREDE , O
el rellotge de paret
REVISTAS, AS
les revistes
SOFÁ, O
EL sofà
TAPETE, O
la catifa
TELEVISOR, O
El televisor
VASO, O
el cubell / el test

dissabte, 22 de novembre del 2014

VERBOS da primeira conjugação (ANDAR...)

      estudar = estudiar
      jogar = jugar
      trebalhar = treballar
      gostar (de) = agradar (...)
      fumar = fumar
      morar = habitar / viure
      estacionar = estacionar
      ficar = ficar
      levar = portar
      lembrar-se = recordar-se
      recordar-se = recordar


Verbos: HAVER, LER



divendres, 14 de novembre del 2014

Mantenha a calma e fale em português!!

O MEU PRIMEIRO PROJECTO


Bom dia a gente, bom dia os meus e as minhas colegas.
eu sou catalana, de Barcelona. O meu nome é Mar e os meus apelidos sao, o primeiro Sauret e o segundo Santasuana.
Eu moro há vinte e dois anos em Picanya.
Eu falo catalão, francês, alemão, espanhol e inglês. Mas português não ainda, embora eu gosto muito dessa língua. Eu adoro a sua música e o seu ritmo.
Eu sou professora de francês numa escola de Picanya. Gosto muito do meu trabalho já que a juventude sempre tem muita vitalidade. Jamais podes estar tranquilo e sempre deves pensar coisas novas.
Conquanto sou já um pouco velha eu sento-me com muita energia para estudar como os jovens.
Em meu tempo livre eu gosto d'estudar, de ler, de caminhar, de pensar e de falar com as pessoas que eu amo; ou seja (isto é) a minha família e os meus amigos e as minhas amigas.
Caros colegas, obrigada por  terem escutado.

OS POSSESSIVOS



ALGUMAS COISAS...

A gente = NOSALTRES
As pessoas = LA GENT

Alcunha  = COGNOM
Apelido, sobrenome = COGNOM
Aniversário = ANIVERSARI

Assinar = SIGNAR
Fazer anos = FER ANYS (CUMPLIR)

Puto = XIC
Madre = MONJA
Namorado = Pessoa com a qual tem-se uma relação amorosa.

OS FALSOS AMIGOS PORTUGUÊS-CATALAO




Dicionário de Falsos Amigos Português >< Catalão 


Palavra em catalão


Falso cognato em português


Significado real
abric abrigo = PORT sobretudo






amanida amanita = AMANITA salada
andana (andén) andana, andaina = CAMINATA cais
any anho = XAI ano
banya banha = GREIX corno, chifre
bec beco = ALCOVA bico
callar calhar = ENCAIXAR calar
cama cama = LLIT perna
copa copa = TASSA cálice
dit dito = del verb DIZER, pp dedo
forquilla forquilha = FORCA garfo
got goto = GLOTIS / GOLA copo



llibre livre = LLIURE livro
maluc maluco = BOIG quadril, anca
melmelada marmelada = CODONYAT doce
mas mas = PERÒ casa de campo
mot moto = MOTO palavra
musclo músculo =MUSCLE mexilhão
pit pito = PIPA peito
por por = PER medo
propina propina = TAXA gorjeta
safata safata = ??? bandeja
salada salada = AMANIDA salgada
taronja toranja = ARANJA laranja
tassa taça = COPA xícara, chávena
ulleres olheiras = "OJERAS" óculos
vaga vaga = ONADA greve
volta volta = TORNADA abóbada

diumenge, 9 de novembre del 2014

Pronúncia do Norte

Gnr

Há um prenúncio de morte
Lá do fundo de onde eu venho
Os antigos chamam-lhe renho
Novos ricos são má sorte
É a pronúncia do Norte
Os tontos chamam-lhe torpe
Hemisfério fraco outro forte
Meio-dia não sejas triste
A bússula não sei se existe
E o plano talvez aborte
Nem guerra, bairro ou corte
É a pronúncia do Norte
Não tenho barqueiro nem hei-de remar
Procuro caminhos novos para andar
Tolheste os ramos onde pousavam
Da Geada as pérolas as fontes secaram
Corre um rio para o mar
E há um prenúncio de morte
E as teias que vidram nas janelas
esperam um barco parecido com elas
Não tenho barqueiro nem hei-de remar
Procuro caminhos novos para andar
E É a pronúncia do Norte
Corre um rio para o mar

Mais falsos amigos (com o castelao)

A gente                      = Nosaltres (as pessoas)
Alcunha                     = cognom
aniversário                 = aniversari
sobrenome (apelido)  = cognom
assinar                        = signar

fazer anos
puto                           = Portugal: xic / Brasil: homosexual
madre                        = monja
padre                         = sacerdot
namorado                  = enamorat
bicha                         = Portugal: cua / Brasil: homosexual
                                 = dona agra i malghumorada

filha                          = cua
rapariga                    =
En Portugués de Portugal --> una chica
En Portugués de Brasil --> una prostituta
Es el femenino de "rapaz" --> chico.

Dom Dinis, Coimbra


a Queima das Fitas



A tradição académica da Queima das Fitas é uma semana festiva que acontece todos os anos durante o mês de Maio. Entre diversas actividades, estão a serenata estudantil, os concertos musicais e o cortejo académico.

a Queima = Cremada
a Fita = faixa / cinat
o Coretjo = processó


Os dias da semana



Mensagem. Fernando Pessoa



Mensagem é um livro do poeta português Fernando Pessoa, publicado ainda em vida.1 Composto por 44 poemas, foi chamado pelo poeta de "livro pequeno de poemas". Publicado em 1934 pela Parceria António Maria Pereira, o livro foi contemplado no mesmo ano com o Prémio Antero de Quental, na categoria de «poema ou poesia solta», do Secretariado Nacional de Informação.
Publicada apenas um ano antes da morte do autor, a obra trata do glorioso passado de Portugal de forma apologética e tenta encontrar um sentido para a antiga grandeza e a decadência existente na época em que o livro foi escrito. Glorifica acima de tudo o estilo camoniano e o valor simbólico dos heróis do passado, como os Descobrimentos portugueses. É apontando as virtudes portuguesas que Fernando Pessoa acredita que o país deva se "regenerar", ou seja, tornar-se grande como foi no passado através da valorização cultural da nação. O poema mais famoso do livro é Mar Português.

Texto integral

NEVOEIRO, Fernando Pessoa

 


Boira -  Fernando Pessoa [Lisboa, 1888—1935]
Extret del llibre: Mensagem. Lisboa: António Maria Pereira, 1934


 Ni rei ni llei, ni pau ni guerra
defineix amb ser i perfil
el fulgor mat de la terra

que és Portugal entristint—
esplendor sens llum ni flama

com la que el foc fatu amaga.
Ningú sap res d'allò que vol.
Ningú sap l'ànima que té,
ni què és el mal ni què és el bé.

(Quina ànsia distant a prop plora?)
Tot és incert i darrer.

Tot és dispers, res és sencer.
Oh Portugal, avui ets boira...
 
És l'hora!



(Pessoa, Fernando. "Les illes afortunades". Taller de traducció del gallec i del portuguès. Traducció de Bertran Romero. Barcelona: Estudis Gallecs i Portuguesos – Universitat de Barcelona, 2012. <url> http://www.ub.edu/filgalport/trad/pessoa_2.htm)



Verbos com ER e com AR


Coisas e outras coisas para falar portugês

Lucinda's 2010 book "Parem de Falar Mal da Rotina" (Stop speaking badly of the routine), originally a theater piece that attracted over 1 million viewers 

VOCABULÁRIO:
Feliçmente / Holá /

Irmão novo /
irmão velho = germà xicotet / germà major
Gente nova = gent jove

Estação / estações

substantivo feminino

1. Mesa em que se escreve; secretária.

"escrivaninha", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/escrivaninha [consultado em 09-11-2014].
o nevoeiro = boira
a neve         = neu
a névoa       = boira, boirina

a tarefa       = la tasca / la feina o escritório = despatx / gabinet

substantivo feminino

1. Mesa em que se escreve; secretária.

"escrivaninha", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/escrivaninha [consultado em 09-11-2014].

substantivo feminino

1. Mesa em que se escreve; secretária.

"escrivaninha", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/escrivaninha [consultado em 09-11-2014].
a escrivaninha = mesa em que se escreva
gostar de           = agradar una cosa
Caloiro /estudante do primerio ano de um curso superior.
Até amanhã   =   fins demà
Até logo         =    fins després
Patrão             =   cap ("jefe")

                                    

ARTIGO: O Luís / Luís

FRASES: Alguma dúvida?
                      Então, vamos ver.   Aleshores / així doncs, anem a veure
                 Como é que estão? Realmente bom?

                   Anda bem!  Menys mal. / Va bé
                  
Meu deus!  Déu meu!
                  
                   Os portugueses não dizem
palavrões.
                   Esse tipo de erros. (Falso amigo)
                   Uma pregunta.
                   Onde estávamos?

                   Gostas de Lisboa? Gosto imenso = M'agrada moltíssim
                                                   
   Adoro!
                   Vamos pasar os números...
                   Tom em conta que temos...

                    É a pronúncia do Norte Os tontos chamam-lhe torpe
1. Estudante do primeiro ano de um curso superior.

"caloiro", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/caloiro [consultado em 09-11-2014].

1. Estudante do primeiro ano de um curso superior.

"caloiro", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/caloiro [consultado em 09-11-2014].
1. Estudante do primeiro ano de um curso superior.

"caloiro", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/caloiro [consultado em 09-11-2014].
1. Estudante do primeiro ano de um curso superior.

"caloiro", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/caloiro [consultado em 09-11-2014].
1. Estudante do primeiro ano de um curso superior.

"caloiro", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/caloiro [consultado em 09-11-2014].


Contracção: Do / da = del / de la

Pronome de interrogação:         Quem = Qui / quins (pl. e sing.)
Pronome indefinido invariávei: Ningém = ningú


IMPERATIVO: Reparen (adonar-se / fixar-se / veure)
                            Escrevan


FONÉTICA: Amigos     (s normal)
                       Português  (s aspirada)


Conjunção: No entanto, contudo = en canvi, tanmateix
                     Com certeza = certament


ADJETIVOS:  boa  = bona
                          bom = bon / bo


ADVERBO:     bem =  
VERBO: Costumar. (ACOSTUMAR)
                Eu costumo, tu costumas, você/ele/ela costuma,
                nos costumamos, vocês/eles/elas costumam.



divendres, 7 de novembre del 2014

O Que Será (À Flor da Pele)

Chico Buarque

  O que será que me dá

 


Parabéns a você

 
 

ORIGEN DA LÍNGUA PORTUGUESA


A língua portuguesa és uma das chamadas românicas. Denominam-se românicas as línguas derivadas do latim e que conservam plenamente o seu vestígio no vocabulário, na sintaxe e sobretudo na morfologia. A România, isto é, o território que fala línguas românicas estende-se na Europa de Ocidente a Oriente pela Península Ibérica, França, uma parte de Bélgica, Itália, uns cantões suíços e Roménia. Ilhas não  românicas são o País Vasco, a Bretanha e duas pequenas zonas da Itália meridional. Línguas românicas são de Ocidente a Oriente: português, galego, espanhol, catalão, provençal, francês, sardo, italiano, reto-românico e romeno.


Pondo de parte o vasco, há quatro línguas românicas que se falam na nossa Península. São galego, português, espanhol e catalão e todas elas mantem traços daquele latim que se podia ouvir na Hispânia durante o período de colonização romana.
O caráter conservador do latim hispânico explica-se pela situação da península num dos limites do império. A sua configuração de país montanhoso e dificilmente acessível e a prematura romanização.
Sobre uma base de diversidades étnicas e linguísticas, a divisão administrativa romana que respeitava anteriores agrupamentos de povos indígenas determinaria a formação de subcomunidades.
O nome de Espanha é o nome que os romanos davam a península Ibérica (...)
que giravam em torno de um centro urbano o qual segundo a época em que se tinha a romanização e o carácter mais o menos cultista da linguagem se mantinham arcaísmos o se perpetravam inovações que não se efetuavam em regiões vizinhas