dissabte, 2 de maig del 2015

Atchim!





Santinho em Portugal
Saúde em Brasil:  Deus t'ajude! o Deus o ajude!
Falando das Falles:
Tenho sonho ( la son)
Entao às Falles foram bons?
Todas as Fallas parecem um pouco Disney
Alguém tem alguma Falla preferida?
Gosto muito das Falles mas não tenho nenhuma Falla preferida.
Há muito barulho pela noite.

- Gostaste das Falles? Gostei, gostei
- Soubeste resolver os exercícios? Soube, soube.
- Gostaste das aulas d’ontem?
- Já foste a casa, não foste? Fui fui.




Eu e a Tábua - Gabriel O Pensador


1. Ouve a canção e preenche as lacunas. (omplir)

2. Gabriel, o Pensador sente pelo mar emoções contraditórias. Porquê?

Gabriel acha que o mar é  uma possibilidade para escapar da rotina e de se sentir libre. Por outro lado ele acha que o mar pode ser perigoso já que há, as vezes, tubarões, o pode ser traiçoeiro. Também não gosta do cheiro do mar
3. Na canção que se segue, o conhecido cantor de rap brasileiro, Gabriel o Pensador, pensa numa maneira inabitual de fugir à rotina. Descreve-a.

Gabriel quer apanhar a tábua de passar para fazer surf.
4. Com o teu colega de carteira (pupitre), pensa em seis atividades para escapar à rotina num dia de semana. Posteriormente, comparem os resultados obtidos com os dos outros colegas e elejam o mais interessante.
- Andar de bicicleta para passear pela praia.
- Ver um filme no cinema e depois tomar a câmara e fazer um filme semelhante com os amigos para se sentir com um autêntico ator de Hollywood. (VIDEOKE)
- Trocar a identidade, começar do zero, partir para um outro país e fazer uma nova vida totalmente diferente à nossa.
- Roubar num banco e dar o dinheiro aos pobres e coitados. (Ir roubar bancos)
- Disfrutas das Fallas de Valencia e nada mais.
- Ouvir música com os amigos.
- Fazer desporto.
- Ir ao cinema
- Visitar museus
- Passear perto do rio, pelo campo, pela natureza.
- Provar e comer comida diferente.
- Pintar o cabelo de cor de rosa.
- Ir de viagem sem conhecer o destino.
- Fazer playback
- Ir a um Spa e passar a tarde lá.
- Ir a uma discoteca.
- Participar numa festa mascarados.
- Desligar as luzes do quadro elétrico.
- Apanhar um a avião no aeroporto sem conhecer o destino.
- Tomar um banho na praia.
- Surpreender um amigo
- Mudar a alimentação, de penteado, de casa.
- Fazer parapente, a maratona do Senhor dos Anéis.
- Sair da faculdade, da cidade, apanhar uma viagem com os amigos, visitar museus, fazer excursões, um piquenique, puentings, corrida da bicicletas, tirolina
- Comer pipocas (crispetes),
- Fazer crepes com nutella e ir vende-las.
- Baixar pelo escorrego (tobogan)
FICAMOS POR AQUÍ!
 

Outro dia eu
Tava em casa me sentindo na prisão
Jogando dardo na televisão
Estressado, cansado dessa vida louca
Olhei pro lado e vi
a mulher passando roupa
Minha cueca azul, da cor do mar
Me deu vontade de ir pegar uma onda
com a minha tábua de passar
E, pra fugir da rotina
Detonei uma vela pois não tinha parafina
Tudo em cima - "Vai pra onde amor?"
Vamos a la playa... -
"Vamos a la playa?! Ô! Cê vai com quem?"
Eu, a tábua, e mais ninguém -
"E a roupa pra passar?"
Ah, deixa pra lá
Hoje eu não vou precisar do terno
Me passa a tábua e me deixa relaxar...
E que tudo mais vá pro inferno
Estou a dois passos do paraíso ...
Eu e a tábua de passar
Batalhando no front da guerra do cotidiano
Procuro uma trégua na linha do horizonte
E encontro um oceano
Às vezes me sinto um peixe fora d'água
e de repente começo a chorar
Mas agora eu vejo tanta água
aqui na minha frente
que eu nem sei por onde começar
"Por onde eu vou entrar, pescador?"
(-Ah, sei lá!)
Então eu vou no instinto, pego uma tábua
e vâmo vê o que que dá. Começo a remar
E no começo eu levo onda na cabeça sem parar
O sufoco é passageiro
Mas eu fico sempre alerta feito um escoteiro
Porque o mar é traiçoeiro
E eu amo o mar, mas odeio esse cheiro
De leptospirose, hepatite, isso é o que não falta
Devia ter vindo com uma roupa de astronauta
Porque se eu caio dessa tábua
Eu tomo um caldo dessa onda
e um gole dessa água
Estou a dois passos do paraíso...
Eu e a tábua de passar
Se o mar virar sertão e o sertão virar mar
eu vou morar lá no sertão
com a minha tábua de passar
Porque isso aqui tá muito bom,
isso aqui tá bom, demais - "...Atrás!!!!"
Devia ter visto minha cara de emoção:
eu e a tábua por dentro do salão
Queria tirar uma foto quando o jato espirrou
Pra mostrar pros meus filhos, que lindo, pô...
Pelo menos em algum lugar eu me sinto em paz
Longe dos problemas banais
Preciso respirar um pouco
Navegar é preciso, senão eu fico louco
A maré não tá pra peixe lá fora do mar
Mas quem tá na água é pra se molhar
E eu vou em frente Remando contra a corrente
Só pra exercitar 
E nos caldos que a vida me dá
A minha tábua de salvação
é a minha tábua de passar
"Longe da terra, perto da água, dentro do mar...
Longe da guerra,
eu e a tábua, eu e a tábua de passar..."
Dizem que aqui tem tubarão
Mas minha mulher veio me buscar
com o ferro quente na mão
Tá me chamando lá na beira
E eu aqui até agora esperando a saideira
Estou a dois passos do paraíso ...
Eu e a tábua de passar
L’altre dia
Estava a casa i em sentia en una presó
Jugant a dards amb la tele
Estressat, cansat d’aquesta vida boja
Vaig mirar al costat i vaig veure
la dona planxant la roba
Els meus calçotets blaus, color de mar
Em van entrar ganes de fer unes onades
Amb la meva post de planxar
I per a fugir de la rutina
Vaig desfer una espelma, no tenia parafina
Tot damunt – “On vas amor meu?”
Anem a la platja...
“Anem a la platja?! Amb qui vas?
Jo, la post i ningú més -
“I la roba per planxar?”
Ah, deixa-la estar
Avui no necessitaré el vestit (traje)
Passa’m la post i deixa’m relaxar...
I que se’n vagi tot a l’infern
Estic a dues passes del paradís
Jo i la post de planxar
Batallant en el front de la guerra del quotidià
Busco una treva a la línia de l’horitzó
I trobo un oceà
De vegades em sento com peix fora de l’aigua
i de sobte em poso a plorar
Però ara veig tanta aigua
aquí davant meu
Que no sé per on començar
“Per on haig d’entrar, pescador?”
(Ah, jo què se´!)
Doncs hi vaig per instint, agafo la post
i ja veurem què passa. Començo a remar
I al principi les onades van al cap sense parar
L’angoixa és passatgera
Em poso sempre alerta, fet un scout
Perquè el mar és traïdorenc
I jo adoro el mar, però odio aquesta olor
de leptospirosi, hepatitis, això és el que no falta
Havia d’haver vingut amb roba d’astronauta
Perquè si caic d’aquesta post
I prenc brou d’aquesta onada
i un glop d’aquesta aigua
Estic a dues passes del paradís...
Jo i la post de planxar
“Si el mar es torna terra i el terra es torna mar”
em mudaré allà a la terra
amb la meva post de planxar
Perquè això d’aquí està molt bé,
està molt bé, massa –“Enrere!”
Havies d’haver vist la meva cara d’emoció:
Jo i la meva post en el saló
Volia fer una foto quan el raig va esternudar
Per a esenyar als meus fills, que bonic, merda...
Almenys en algun lloc em sento en pau
lluny dels problemes banals
Necessito respirar una mica
Navegar és necessari, si no em torno boig
La marea no està per als peixos fora del mar
Però qui és a l’aigua és per a mullar-se
I si vaig davant remant a contra corrent
Només per a exercitar
i en els caldos que a la vida em dóna
La meva post de salvació
i la meva post de planxar
“Lluny de la terra, prop de l’aigua, dins el mar...
Lluny de la guerra,
jo i la post , jo i la post de planxar...”
Diuen que aquí hi ha taurons
Però la meva dona em ve a buscar
amb la planxa calenta a la mà
M’està cridant des de la vora
I jo aquí esperant la última (copa?)
Estic a dues passes del paradís
Jo i la post de planxar

divendres, 1 de maig del 2015

Compreensão escrita


- Onde é que estão os três amigos? Eles estão perto do rio.
- Do que é que eles se esqueceram? Esqueceram dos fatos do banho
- Retira do dialogo uma frase que demostre que eles gostaram do lugar onde estão:
- Que pena!
- Deve ser uma maravilha.
- É mesmo bonito!
- Que lugar tão maravilhoso!
A vida é maravilhosa se não se tem medo dela. (Charles Chaplin)

dimarts, 28 d’abril del 2015

PROVÉRBIOS



A P.I.D.E.



A Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE) foi uma polícia existente em Portugal entre 1945 e 1969. Apesar de ser, hoje em dia, sobretudo conhecida como polícia política, as funções da PIDE eram bastante mais abrangentes, sendo especialmente importantes as suas funções nos setores dos serviços de estrangeiros, fronteiras e segurança do Estado.



Manoel de Oliveira queria fazer mais filmes, o tempo não deixou

02 Abr, 2015, 13:16 / atualizado em 02 Abr, 2015, 16:07

O cineasta português tinha 106 anos. Era o realizador mais velho do mundo ainda em atividade. O derradeiro filme, O Velho do Restelo, estreou-se em dezembro de 2014 na comemoração do último aniversário.

Era a fazer filmes que descansava. Manoel Cândido Pinto de Oliveira nasceu no Porto a 11 de dezembro de 1908. Entre curtas e longas-metragens, realizou mais de 40 filmes até ao fim da vida.
O histórico realizador português morreu esta quinta-feira e deixa o legado de uma obra que marca o cinema europeu e mundial.

Para além da longevidade e atividade que lhe era admirada no mundo do cinema, Manoel de Oliveira mudou a forma de olhar e conceber o cinema como outros grandes do século XX.
“Quando deixar de filmar, deixo de respirar”
A história da sua vida confunde-se inevitavelmente com a história do cinema português. No ano em que nasceu, D. W. Grifith iniciava-se no cinema. A infância e juventude de Manoel de Oliveira acontece numa época de ouro para o cinema mudo: O próprio Grifith, Vertov, Pudovkin e claro, Eisentsein.

Mas não foi no cinema que Manoel pela primeira vez ganhou notoriedade. Desportista em várias modalidades, desde as corridas de automóveis à natação e ao atletismo, foi atleta do Sport Clube do Porto.

O cinema, todavia, sempre o acompanhou. Depois de uma breve passagem pela carreira de ator, nomeadamente em A Canção de Lisboa (1993) realizou o primeiro filme ainda antes, aos 23 anos. O documentário Douro, Faina Fluvial (1931), inspirado na cidade natal e idealizado depois de ter assistido ao filme "Berlim, Sinfonia de uma Capital" (Walther Ruttmann, 1927), conta a vida em redor de um rio que estaria presente nos vários trabalhos que se seguiram.

Em todas as obras, o realismo e a objetividade são as bandeiras principais. Para Manoel, o cinema era contar a história, o mundo segundo a perspetiva de determinada época. Como realizador durante mais de oitenta anos, Manoel de Oliveira veio contando Portugal desde os períodos antes de ditadura, o Estado Novo, a democracia e os anos mais recentes.

O cinema era a sua maneira de refletir o passado e o presente, nunca o futuro. A evolução histórica que andou de mão dada com a própria evolução do cinema: das primeiras curtas de caráter mais documental, do cinema mudo, aos avanços que foi obrigado a fazer de forma a acompanhar os tempos.
Tempo e dinheiroApesar dos longos 106, Manoel de Oliveira pedia mais tempo para fazer mais e melhor. Quando via um antigo trabalho, ficava sempre com a sensação que “poderia ter feito melhor”.

E o tempo não lhe chegou para fazer tudo o que queria, para realizar todas as ideias: "Tenho uma vontade enorme de filmar e fico muito triste se o não puder fazer. O tempo passa excessivamente depressa", confessava numa entrevista à Visão, em 2008.

O contexto político também o obrigou a enviesar as mensagens transmitidas. A vida de realizador durante a ditadura não foi fácil e Manoel chegou mesmo a ser preso pela PIDE.

Dinheiro e meios também lhe faltaram durante essa época, à medida que o cinema comercial se distanciava das suas técnicas e linguagens cinematográficas. Os longos planos, travellings e movimentos de câmara, os diálogos lentos e complexos. Um cinema difícil e muito distante das obras e dos temas que começaram a dominar os circuitos comerciais. Mas era de propósito - Manoel de Oliveira tinha aversão à moda - evitava temas, atores ou qualquer elemento que pudesse destacar algo que não o filme como tal.

Mas com o reconhecimento, sobretudo internacional, vieram a tempo para que Manoel conseguisse fazer com maior segurança tudo o que queria fazer: realizar até ao fim da vida.
Prémios e ReconhecimentoManoel Oliveira não gostava de prémios. Não queria ver a sua individualidade sobreposta a outras, até porque no cinema, ao contrário de uma competição desportiva, não era possível medir quem chegava primeiro, quem era melhor. No cinema, cada subjetividade valia por si.

Gostava sim do reconhecimento, das distinções dos prémios de carreira, de ver um filme seu compreendido. E recebeu várias, nos mais variados festivais e certames do cinema mundial: Cannes, Veneza, Berlinale, São Paulo, Tóquio e, por fim, Portugal.

A noticia da morte esta quinta-feira preenche as páginas da imprensa de todo o mundo, uma prova real desse prestigio que ia muito para além da idade. O alemão Die Zeit destaca que muitos críticos de cinema o colocavam "ao nível de Luis Buñuel, Jean-Luc Godard ou Frederico Fellini". Do Le Monde, chama-o de "um dos criadores mais originais da história do cinema".

Por altura do centenário do realizador, em 2008, o New York Times dedicava um artigo à sua singularidade e denominava Manoel de Oliveira de "uma força da natureza, um caso especial", com filmes "pensativos, melancólicos, com qualidades memento mori".

"... tao... que" , "... tanto .... que " etc




Ficou tão contente que começou a cantar (FICAR, COMENÇAR)
Estou tão cansado que não consigo ir as aulas ( ESTAR, CONSEGUIR)
Estava tanto frio que não se podia sair na rua. (ESTAR, PODER)
O filme era tão chato (AVAORRIT) que ninguém ficou até ao final (SER, FICAR).
O Luís tinha tantas cosas a tiradas no chão que não conseguia passar. (TER, CONSEGUIR).
Estou tão cansado que não consigo pensar.
Os pais da Joana são tão generosos e ricos que compraram-lhe um carro. (SER, COMPRAR).
A minha mãe limpa a casa tão bem que... (LIMPAR...)
Ontem estava tão cansada que não fui à festa.
Ela falou tão apressa não conseguiu compreender. (FALAR, CONSEGUIR)
Ela fala tão apressa que parece que vai a parar a comboio (FALAR, PARECER).
Ontem estudei tanto que hoje me dói tudo. (ESTUDAR, DOER)
vi tantas frases que consigo fazer muitas mais. (VER, CONSEGUIR)
O tempo é tão bom em Espanha que não tenho saudades de França.
Pedro é tão estudioso que conseguiu fazer o seu curso com grande facilidade.

"Tão" ou "tanto"


divendres, 3 d’abril del 2015

Manoel de Oliveira

Manoel de Oliveira morreu aos 106 anos

O realizador Manoel de Oliveira morreu, esta quinta-feira, aos 106 anos. "Se há uma coisa que nos torna pacíficos, para o bem e para o mal, é a morte", disse numa entrevista ao JN.
 
Pedro Correia/ Global Imagens
Cineasta fez 106 anos no passado dia 11 de dezembro
 
 
O funeral do cineaste realiza-se sexta-feira, às 15 horas, na igreja de Cristo Rei, Porto, estando, até lá, o corpo no salão do Convento dos Padres
Depois das 9:30 de sexta-feira, o corpo do cineasta passará para a igreja de Cristo Rei, onde às 15 horas decorre o funeral, seguindo depois para o cemitério de Agramonte.
O Governo decretou dois dias de luto nacional pela morte do cineasta Manoel de Oliveira, esta quinta e sexta-feira. No Porto, haverá três dias de luto.
Leia as reações à morte de Manoel de Oliveira
Com um currículo de mais de 40 filmes, Manoel de Oliveira era ele próprio um testemunho da História do último século: quando nasceu no Porto, em 1908, D. Manuel II era rei de Portugal. Quando se estreou no cinema, em "Douro - Fauna Fluvial" (1931), os filmes eram mudos e a preto e branco.

As reações à morte de Manoel de Oliveira

No dia da morte de Manoel de Oliveira, esta quinta-feira, aos 106 anos, multiplicam-se as reações e as homenagens ao seu legado, desde a esfera política à cultural.
 
Leonel de Castro/Global Imagens
Manoel de Oliveira com a sua mulher no 105.º aniversário do cineasta
 
"Foi com profundo pesar que tomei conhecimento da morte de Manoel de Oliveira, símbolo maior do cinema português no mundo e um dos nomes mais significativos na história da 7.ª Arte. Portugal perdeu um dos maiores vultos da sua cultura contemporânea que muito contribuiu para a projeção internacional do País", afirmou o presidente da República, Cavaco Silva. O realizador "é um exemplo para as gerações futuras", na medida em que até ao fim da vida "teve projetos de futuro e foi sempre capaz de ultrapassar as dificuldades", acrescentou.
Leia Também
 
A presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, manifestou sua "profunda tristeza pela morte de Manoel de Oliveira" e destacou o caráter "sublime da sua arte" de realizador de cinema, que "libertava na sua infinita perfeição". "Manoel de Oliveira deixa-nos o sublime da sua arte, uma arte que a todos nos libertava na sua infinita perfeição. Como se o cinema que criou, por todos reconhecido, fosse a memória da nossa própria transcendência e o exemplo para a projetarmos nas coisas que fazemos", refere.
Apresentando as suas condolências, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, em comunicado refere-se a Oliveira como "a figura decisiva do cinema português no século XX" e como "obreiro central da afirmação da cinematografia portuguesa a nível internacional e, através do cinema, da cultura portuguesa e da sua vitalidade".
O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, decretou hoje três dias de luto municipal, assim demonstrando o "profundo pesar" da cidade e o "sentimento de perda coletiva".
"Decretei hoje três dias de luto municipal a partir de amanhã [sexta-feira], decisão que será posteriormente ratificada pelo executivo a que presido. É a primeira vez que o faço, esta é a forma mais institucional de demonstrar o profundo pesar de uma cidade e de transmitir ao mundo o sentimento de perda coletiva que hoje nos assolou", afirmou o presidente da câmara numa breve declaração à comunicação social.
Para Rui Moreira, Manoel de Oliveira não foi "um homem vulgar", nem "na genialidade, nem na personalidade, nem na longevidade, nem no predicado" que disse mais gostar de associar à cidade do Porto: "o caráter".

divendres, 27 de març del 2015

Semana Santa em Portugal

Com dias cheios de sol a fazer lembrar o verão e temperaturas amenas, a Páscoa proporciona umas miniférias em plena primavera, que são uma excelente oportunidade para conhecer Portugal. Para explorar a natureza, visitar monumentos, experimentar a gastronomia, fazer compras, assistir a eventos, ou simplesmente andar por aí e apreciar uma diversidade de paisagens que não se supunha encontrar num país desta dimensão.   

Alentejo

divendres, 13 de març del 2015

AS TIAS DE CASCAIS

Resultat d'imatges de uma queca

 

Como dizer à mãe que se anda a dar umas quecas

A Joana, filha de uma tia de Cascais, começou a namorar o Bruno com o conhecimento da mamã.
Dias passados, chega eufórica a casa e dirige-se à mamã (que por sinal estava no meio de um chá com outras tias), nestes termos:
- Mamã, mamã, o Bruno hoje deu-me uma “queca”…
Após a saída das tias, a mamã chamou a Joana e disse-lhe:
– A menina quando se quiser referir a essas coisas, não utilize a palavra queca, mas diga por exemplo “estrelou um ovo” que a mamã entende.
No dia seguinte, a Joana chegou radiante e disse:
– Mamã, o Bruno hoje estrelou 2 ovos…
Passados uns dias vem de novo aos gritinhos e a mamã, interrompendo-a, disse:
– Já sei… já sei… O Bruno hoje estrelou 3 ovos…
– Não, mamã – retorquiu a Joana – hoje lambeu a frigideira!!!

que·ca |é|
(origem obscura)
substantivo feminino
[Portugal, Calão]  Relação ou acto sexual (ex.: dar uma queca). = COITO, CÓPULA

"queca", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/queca [consultado em 13-03-2015].

que·ca |é|
(origem obscura)
substantivo feminino
[Portugal, Calão]  Relação ou acto sexual (ex.: dar uma queca). = COITO, CÓPULA

"queca", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/queca [consultado em 13-03-2015].

que·ca |é|
(origem obscura)
substantivo feminino
[Portugal, Calão]  Relação ou acto sexual (ex.: dar uma queca). = COITO, CÓPULA

"queca", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/queca [consultado em 13-03-2015].

Ir a Revista (Teatro popular)


Pg 125.
O que é  que o Ricardo trouxe do hospital? Um aparelho para fazer exercícios do braço.
Onde é que a Joana que ir  e porquê? Quer ir a Revista (Teatro popular) já que tão bilhetes para estreia.
Onde e que eles se vão encontrar?
Quantas pessoas é que vão ver o espetáculo?

"O Médico Cubano" - Estado de GRAÇA (Os falsos amigos)


PRESUNTO: pernil                                       SUPOSATO: pressumpte
PILDRA:       (llit, prisao) (nao usual)           PILULA: píldora
NINHO:         niu
ABANAR:     "abanicar"
MOLESTAR: Ofendre (sexualment)
BONECA:      nina (tia bona)
Figura de menina que serve de brinquedo a crianças.Ver imagem

"boneca", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/boneca [consultado em 13-03-2015].

CANÇĀO: TOQUINHO - AQUARELA ( legendado )

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu
Vai voando, contornando a imensa curva norte-sul
Vou com ela viajando Havaí, Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela branco navegando
É tanto céu e mar num beijo azul
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar
Basta imaginar e ele está partindo, sereno e lindo
E se a gente quiser ele vai pousar
Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida
De uma América a outra consigo passar num segundo
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo
Um menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar
Sem pedir licença muda nossa vida
Depois convida a rir ou chorar
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia enfim
Descolorirá
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
Que descolorirá
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Que descolorirá
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo
Que descolorirá

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO

Novo Acordo Ortográfico Descomplicado (Parte I)

O Novo Acordo Ortográfico e suas principais regras

Conversor Ortográfico

 

divendres, 27 de febrer del 2015

ASSUNTOS


Hoje de manhã a Ângela foi tratar de vários assuntos. Para não se esquecer de nada, anotou tudo na agenda.
Primeiro foi ao banco, levantar o cheque que os pais lhe mandaram. Como não gosta de andar com muito dinheiro, aproveitou, para abrir uma conta à ordem e depositou logo metade. Guardou o resto do dinheiro e, já na rua, tirou a agenda do bolso.

Ângela: Ora deixa ver, onde é que eu agora tenho de ir.
à ordem: compte corrent
logo: aviat, després, tot seguit
: aquí


ASSUNTOS NA AGENDA:


* Ir ao multibanco:
            - consultar o saldo
            - carregar o telemóvel
* Ir aos correios:
            - comprar selos
            - mandar carta para Luanda
            - telefonar aos pais
* Ir à escola:
            - falar com a diretora de turma
            - marcar testes com a psicóloga
            - requisitar livro na biblioteca

diumenge, 8 de febrer del 2015

"Cidade invicta", O Porto


 Porto montage.PNG

http://pt.wikipedia.org/wiki/Porto#Hist.C3.B3ria

Em 1111, D. Teresa, mãe do futuro primeiro rei de Portugal, concedeu ao bispo D. Hugo o couto do Porto. Das armas da cidade faz parte a imagem de Nossa Senhora. Daí o facto de o Porto ser também conhecido por "cidade da Virgem", epítetos a que se devem juntar os de "Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta", que lhe foram sendo atribuídos ao longo dos séculos e na sequência de feitos valorosos dos seus habitantes, e que foram ratificados por decreto de D. Maria II de Portugal.

ANTIGA, MUI NOBRE, SEMPRE LEAL E INVICTA CIDADE DO PORTO:

 http://sigarra.up.pt/ - INVICTA
 http://lisboanoguiness.blogs.sapo.pt/ - INVICTA


     Brasão do Porto: